Olá Pessoal!
Na última postagem falamos sobre
ressonância dentro do tema da escuta.
Hoje reforçarei esta ideia dentro
da musicoterapia, trazendo como exemplo a musicoterapia vibroacústica.
As informações a seguir foram
retiradas da apresentação realizada pelo MT. Roger Carrer no X Fórum Paulista de musicoterapia
na FMU em SP, 2009. Segue vídeo da apresentação (parte 1 e 2):
Segundo Carrer (2009) a
musicoterapia vibroacústica ocorre quando “as vibrações agem de acordo com as
ressonâncias. Elas penetram nas camadas corporais. Os tecidos e órgãos entram
em ressonância com as vibrações e, então acontece a terapia”. (Simpósio, 2009)
As vibrações utilizadas são de
baixa frequência e para determinado valor de Hertz o musicoterapeuta acessa
determinada parte do corpo.
A escuta em musicoterapia
vibroacústica é uma escuta incorporada (cognição musical incorporada) e,
segundo Olav Skille (1986,89) se dá através das vias áreas; movimentos de
tecidos profundos; junções ou articulações do esqueleto; estimulação tátil e
condução óssea.
Na musicoterapia vibroacústica, a
vibração sonora e a música são aplicadas diretamente no corpo por meio da cadeira vibroacústica,
instrumento de mediação sonoro/musical que, facilita a percepção incorporada onde as vibrações atuam como massagem sutil.
A vibroacústica produz efeitos
relaxantes e espasmolíticos; aumento de circulação sanguínea corporal; efeitos
positivos no sistema vegetativo.
É indicada nos casos de dores
abdominais, depressão, estresse, ansiedade, afasia, asma, insônia,
espasticidade, cólicas menstruais, tensão pré-menstrual, síndrome de rett, tensões
em geral, dores crônicas e reumáticas.
É contraindicada nos casos de
inflamação aguda, psicose, trombose, hipertensão, gravidez, marca-passo,
hemorragia ou sangramento.
Pesquisadores na área de
musicoterapia vibroacústica (site ou artigo):
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